Após a eleição de dois Vogais, em Assembleia Geral, realizada a 26 de março de 2026, a nova constituição da Direção da APEL foi registada na Conservatória do Registo Comercial, com a data de 22 de junho de 2026, passando agora de três para cinco membros:
- Diretor-geral: Padre Fernando Gonçalves
- Diretor Pedagógico: Prof. Gonçalo Faria
- Diretor Administrativo e Financeiro: Dr. José Vieira
Celebramos, hoje, dia 14 de maio, o Dia Mundial da Educação Católica e desejamos que constitua uma excelente oportunidade para reafirmar a missão educativa das 210 mil Escolas Católicas, presentes em todo o mundo, com os seus milhares de educadores docentes e não docentes e os seus 70 milhões de alunos e suas famílias, e que seja, também, um estímulo para que cultivemos uma cultura de esperança, de encontro e de paz, junto daqueles que diariamente são confiados às nossas Escolas.
Que o Espírito de Deus, que em breve iremos celebrar no Domingo de Pentecostes, fortaleça os projetos educativos das nossas Escolas, apresentados à Igreja e à sociedade como uma proposta evangélica que coloca a pessoa no centro do processo educativo.
Neste Dia Mundial, queremos rezar, de um modo especial, pelas Escolas Católicas dos países em guerra, sobretudo pelas Escolas da Ucrânia, do Líbano, de Gaza e do Irão, para que rapidamente retomem a normalidade de funcionamento, num cenário de paz, progresso e esperança.
No dia 16 de Abril, no Auditório Padre Mário Casagrande, a Doutora Cândida Carvalho, Coordenadora do Centro de Estudos de Bioética – Polo da Madeira e nossa antiga Aluna, proferiu uma palestra em duas sessões, para cerca de 300 alunos da nossa Escola. Esta atividade foi dinamizada pelo Grupo de Filosofia, em colaboração com a Direção da APEL, e versou um tema muito atual, tendo por título: “Bioética na Era do Progresso - Dilemas, Limites e Responsabilidades”.
Na sua comunicação, a Doutora Cândida, mostrou de forma clara como o progresso científico, na sua aplicação técnica, traz soluções e resolve problemas, como, por exemplo, a PMA – Procriação Medicamente Assistida, e engloba técnicas médicas para tratar a infertilidade. Ocorre, porém, que há várias questões a ter em conta, entre outras: a dos dadores anónimos de células germinativas, o que leva a que o novo ser possa não ter o direito de saber o nome dos seus pais biológicos; e a da existência de outras situações que carecem de legislação adequada para salvaguardar os direitos básicos, como é o caso da identidade pessoal.