Em 12 de agosto de 1925, morre em Bruxelas o Padre Leão Dehon, Fundador da Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus.
Nesse momento, contemplando a imagem do Coração de Jesus, que tinha à cabeceira, exclama, cheio de confiança: “Para Ele vivi, para Ele morro!”.
Passados 100 anos da sua morte, os Dehonianos, presentes em mais de 40 países do mundo, continuam a sua ação apostólica, nas mais diversas atividades, querendo ser, como Dehon, construtores da civilização do amor e servidores da reconciliação dos homens e do mundo em Cristo.

"Deixo-vos o mais maravilhoso dos tesouros: o Coração de Jesus": foi a herança que o Padre Dehon deixou aos seus religiosos. Assim, com uma espiritualidade, centrada no Coração de Cristo, afirmava ainda:
“É necessário que Ele (o Coração de Jesus) reine na sociedade, na família, na legislação, na cultura, nos costumes. É condição de prosperidade e de paz; é a manifestação da verdade e dos direitos de Deus. É necessário que o culto ao Coração de Jesus penetre na vida social dos povos. Ele trará o verdadeiro remédio aos grandes males do nosso mundo: a apostasia da fé, o laxismo, o ódio e a indiferença, o descompromisso e o desespero, a injustiça… Somente o Coração de Jesus pode dar novamente à humanidade o amor que ela perdeu. Só Ele pode reconquistar o coração das multidões, dos operários, dos jovens…”.
Porque, continua Dehon, “o amor de Jesus é o amor que une os homens, como irmãos, e os entrega inteiramente ao serviço uns dos outros. É o amor que expande e guarda a paz, as verdadeiras alegrias que nenhuma infelicidade pode alterar”.

Os Sacerdotes do Coração de Jesus (Dehonianos) estão presentes, na ilha da Madeira: no Colégio Missionário Sagrado Coração, no Colégio Infante D. Henrique, nas paróquias da Ribeira Brava, de São João, de São Paulo, da Serra d'Água e do Curral dos Romeiros e, também, na Escola da APEL